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Proteína

FUNÇÕES

Proteínas possuem funções fundamentais para a sobrevivência humana, tendo como destaque o transporte de pequenas moléculas, contração muscular, regulação hormonal, proteção imunológica, geração e transmissão de impulso nervoso, além de ter função estrutural para o nosso organismo, como o colágeno e a elastina.

CLASSIFICAÇÃO

As proteínas são classificadas de acordo com o seu valor nutricional. As proteínas que contêm aminoácidos essenciais nas proporções necessárias ao organismo são denominadas proteínas completas. Já as proteínas que apresentam deficiência em um ou mais aminoácidos indispensáveis são denominadas proteínas incompletas ou desbalanceadas. As proteínas de origem animal (ovos, leite e derivados, carnes, pescados) são consideradas proteínas completas, sendo que as proteínas de origem animal possuem um alto valor nutricional devido a sua composição de aminoácidos essenciais e também e a sua alta digestibilidade. Nesse contexto, a proteína do soro do leite (whey Proteín), proteína do ovo (albumina) e a proteína da carne estão entre as principais fontes de proteína consumidas por quem pratica atividade física.

SINTESE DE PROTEÍNAS

As proteínas corporais estão em constante turnover proteico, ou seja, estão sendo sintetizadas e degradadas o tempo todo. O constante turnover de proteínas fornece o pool de aminoácidos plasmáticos que equilibram o mecanismo de síntese proteica. Por isso as recomendações de ingestão diária de proteínas indicam uma quantidade especifica para a manutenção da saúde em indivíduos normais. Em relação ao exercício físico, há uma maior necessidade de ingestão proteica na dieta, especialmente em exercícios intensos ou de longa duração. Assim, a ingestão proteica é influenciada por diversos fatores como a intensidade, a duração, tipo de exercício, gênero, idade e até o tempo de treinamento. Se a ingestão de proteínas for deficiente, o organismo pode desviar as proteínas de suas funções plásticas ou reparadoras normais para a produção de energia.

CLASSIFICAÇÃO DOS SUPLEMENTOS A BASE DE PROTEÍNAS

Os suplementos a base de proteína podem ser classificados como isolados, hidrolisados ou concentrados, além de poderem ser classificados como blends de proteínas. PROTEÍNA CONCENTRADA: é uma proteína formada por proteínas, carboidratos e lipídeos. Geralmente a proporção de proteínas fica em torno de 60 a 90% de proteínas, com uma adição de carboidratos e lipídios maiores do que nos suplementos isolados e concentrados. É amplamente utilizada pelo seu custo benefícios, ou seja, relação preço x quantidade de proteínas. Pode substituir alimentos calóricos em um programa de emagrecimento, aumentar a oferta proteica em programas de ganho de massa muscular e acelerar o processo de recuperação em atletas de rendimento. PROTEÍNA ISOLADA: possui um maior teor de proteínas do que a proteína concentrada, com um teor reduzido de carboidratos e gorduras. É muito utilizado em programas de perda de peso, pois é um suplemento com baixo teor de calorias, e também em programas de ganho de massa muscular, pois além de alto teor de proteínas, não aumenta a ingestão calórica diária. PROTEINA HIDROLISADA: a proteína sofre uma hidrolise, sendo “quebrada” em peptídeos, facilitando assim a digestão e absorção dos aminoácidos. Ou seja, é a proteína de digestão mais rápida. É utilizado por pessoas que possuem algum tipo de dificuldade de digestão e absorção de proteínas. BLENDS PROTEICOS: Pode conter diferentes tipos de proteínas em sua constituição (por exemplo, whey protein e albumina), ou conter diferentes frações da mesma fonte proteica (como whey protein isolado, hidrolisado e concentrado). Por conter proteínas de rápida, média e lenta absorção, é muito usado como estratégia para aumentar a oferta de aminoácidos durante um período maior de tempo e aumentar a saciedade entre as principais refeições em programas de perda de peso.

PROTEINAS E EXERCÍCIO FÍSICO

As proteínas tem uma função primordial para a pratica de exercícios físicos. Diversos estudos demonstram que a suplementação proteica melhora o desempenho físico, através da disponibilidade de aminoácidos em exercícios de endurance, aumento do processo anabólico, através do aumentando da disponibilidade de aminoácidos essenciais para aumento da massa muscular, maximização da recuperação durante o treinamento de força, melhora da imunidade em protocolos de exercícios intensos ou volumosos, manutenção da massa magra em programas de treinamento de força associados com dietas hipocalóricas, manutenção do gasto energético diário em dietas restritivas, entre outros benefícios.

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